O MCP15 é o controlador programável compacto da linha Climate PRO, com 15 pontos de entradas e saídas: 6 entradas universais, 6 saídas digitais a relé e 3 saídas analógicas. Toda a lógica de controle é construída em blocos pela ferramenta MPROG. Traz duas portas RS485 — a principal isolada, em Modbus RTU mestre ou escravo, ou BACnet MS/TP — e porta Belimo MP-BUS para até 16 periféricos. A versão MCP15-P acrescenta sensor de pressão integrado para medição de vazão.
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O MCP15 é um controlador programável da linha Climate PRO com 15 pontos de entradas e saídas, projetado para sistemas de HVAC em que a lógica de controle precisa ser feita sob medida. Ele não vem com rotinas prontas: toda a estratégia — temperatura, umidade, CO2, sequenciamento, o que o projeto exigir — é construída em linguagem gráfica de blocos pela ferramenta MPROG e gravada no controlador.
Os 15 pontos se dividem em 6 entradas universais, 6 saídas digitais a relé e 3 saídas analógicas. Cada entrada universal é configurável individualmente entre contato seco, sensor NTC 10k nas curvas Tipo II ou Tipo III (medição de -20 a 100 °C), tensão 0/2-10V ou corrente 0/4-20 mA. As saídas a relé acionam cargas de até 2 A em 250 Vac, com proteção por varistor para cargas indutivas, e as analógicas operam em 0-10V ou 2-10V. Um borne de +24V alimenta sensores externos, com até 120 mA.
Na comunicação, o MCP15 tem duas portas RS485 e um barramento Belimo. A RS485 principal é isolada, com isolação funcional de 1500 V, e opera em Modbus RTU — como mestre ou escravo — ou BACnet MS/TP, aceitando até 256 dispositivos na rede sem repetidor. A auxiliar, sem isolação, é para expansões locais: atende Modbus, BACnet MS/TP e o protocolo Climate, e alimenta diretamente um display remoto da linha MDR. A porta Belimo MP-BUS integra até 16 periféricos Belimo por 2 fios, com blocos dedicados no MPROG.
A configuração básica de comunicação — protocolo, velocidade e endereço de rede — é feita pelas chaves DIP do próprio equipamento, sem computador. Feito isso, o MPROG se conecta ao controlador para carregar a lógica e ajustar os demais parâmetros. O relógio é mantido por supercapacitor, com autonomia de 3 dias, e a rede tem acesso a data, hora, horário de verão e tabela de feriados.
Quando usar o MCP15: climatizadores e equipamentos de HVAC cuja lógica de controle não é atendida por um controlador dedicado, e cuja contagem de pontos cabe em 6 entradas e 9 saídas. É a escolha certa quando o projeto usa periféricos Belimo e você quer eliminar cabeamento pelo MP-BUS, ou quando precisa de rede isolada em uma instalação distribuída.
Quando considerar outro modelo da linha: a máquina exige medição de vazão de ar → MCP15-P, a versão com sensor de pressão integrado. Mais entradas universais → MCP17-PRO (8UI) ou MCP18-PRO (8UI e 4 saídas analógicas). Integração por rede Ethernet → MCP17-PRO-ETH ou MCP18-PRO-ETH. Grande contagem de pontos, gateway ou roteamento entre protocolos → MCP46-PRO ou MCP50-PRO. Conexão direta à nuvem por 4G → MCP-IoT.
O MCP15 tem 6 entradas universais, 6 saídas digitais a relé e 3 saídas analógicas de tensão. Além desses 15 pontos, o controlador disponibiliza um borne de +24V para alimentar sensores externos, limitado a 120 mA.
O MCP15-P é a versão do MCP15 com sensor de pressão diferencial de 0 a 500 Pa integrado à placa, para medição de vazão de ar. Fora esse sensor, os dois têm o mesmo hardware de entradas e saídas, as mesmas portas de comunicação e a mesma programação por MPROG.
O MCP15 é programado pela ferramenta MPROG, em linguagem gráfica de blocos da linha Climate PRO. A conexão é feita pela porta RS485 principal, depois que protocolo, velocidade e endereço estiverem definidos nas chaves DIP do equipamento.
Cada uma das 6 entradas universais do MCP15 é configurável entre contato seco, sensor NTC 10k @ 25 °C nas curvas Tipo II ou Tipo III, tensão 0-10V ou 2-10V e corrente 0-20 mA ou 4-20 mA. Em modo NTC, a faixa de medição vai de -20 a 100 °C.
As 6 saídas digitais do MCP15 são a relé e acionam cargas de até 2 A em 250 Vac, com proteção interna por varistor para cargas indutivas. As 3 saídas analógicas são de tensão, configuráveis em 0-10V ou 2-10V, com impedância mínima de carga de 500 ohms.
A porta principal do MCP15 é isolada e destinada à rede de automação, aceitando até 256 dispositivos sem repetidor; ela também é usada para programação e atualização de firmware. A auxiliar não é isolada e serve a expansões locais, como o display remoto MDR.
Sim. A porta RS485 principal do MCP15 opera em Modbus RTU tanto como mestre quanto como escravo, ou em BACnet MS/TP. A porta auxiliar também aceita Modbus mestre, Modbus escravo, BACnet MS/TP e o protocolo Climate.
Sim. O MCP15 tem porta Belimo MP-BUS, que conecta até 16 atuadores, válvulas e sensores Belimo por apenas 2 fios, nos terminais BUS e GND. A ferramenta MPROG traz blocos dedicados para a integração com esses periféricos.
O MCP15 é o modelo compacto, com 6 entradas universais, indicado quando a contagem de pontos da máquina cabe nele. O MCP17-PRO e o MCP18-PRO têm 8 entradas universais, e o MCP18-PRO ainda acrescenta uma quarta saída analógica.
Não. O MCP15 integra-se ao BMS por rede RS485, em Modbus RTU ou BACnet MS/TP. Para integração direta por Ethernet, os modelos indicados da linha Climate PRO são o MCP17-PRO-ETH e o MCP18-PRO-ETH.
Pelas chaves DIP do próprio MCP15, sem software: a chave 1 seleciona o protocolo da porta RS485 principal, as chaves 2 e 3 a velocidade de comunicação e as demais formam o endereço em binário — endereço Modbus escravo ou MAC MS/TP no BACnet.
A rede deve ser encadeada (daisy chain), evitando derivações em “T”. Use cabo de par trançado e blindado, com a blindagem aterrada nos dois lados. Em redes longas pode ser necessário terminação com resistor de 120 Ω / 0,5 W, apenas nas duas extremidades.
A atualização é feita pela porta RS485 principal, com um conversor RS485 ligado ao PC e a ferramenta FirmwareUpdate. Atenção ao tempo: o MCP15 permanece em modo de atualização apenas nos 3 segundos iniciais após ser energizado, e o processo precisa ser iniciado na ferramenta dentro dessa janela.
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